terça-feira, 22 de maio de 2012

Lei Gay? No teu cu!



Hora de perder alguns leitores, mas dane-se. Hoje vou explicar por que sou absolutamente contra leis que protegem homossexuais. Sou a favor de leis que protegem todas as pessoas e isso inclui gay, negro, anão, branco, amarelo, esquimó, etc, não grupos específicos.
Importante lembrar que jamais vou julgar ou condenar pessoas, não cabe a mim. Vou apenas criticar sua conduta e, bem sabemos, não há conduta que não possa ser criticada.

Em primeiro lugar, o que define a conduta homossexual? Alguns dirão que é o amor por uma pessoa do mesmo sexo, a tal "homoafetividade", mas está errado. Minha irmã ama nossa mãe, mas não fazem sexo uma com a outra. Amo meus amigos, mas não faço sexo com eles. Logo, o termo "homoafetivo" não serve para definir o homossexual.

O que define o homossexualismo é a prática sexual com alguém do mesmo sexo, puro e simples. Alguém que tem o impulso de fazer sexo com alguém do mesmo sexo mas não o faz não é homossexual, da mesma forma que alguém que possui impulsos assassinos e não mata ninguém não é assassino. Então, conclui-se que a única definição para a prática homossexual é a supracitada relação sexual com alguém do mesmo sexo. Lógico o bastante.

Bom, considerando não só os conceitos morais tradicionais, mas também a biologia, me parece óbvio o bastante que a prática homossexual é um desvio, uma anormalidade. Ou realmente existe alguma relação entre o órgão reprodutor masculino e o tubo digestivo? Acho que não. E não tendo qualquer fundamentação biológica válida, é certo dizer que o único objetivo de uma relação dessas é o prazer sexual, logo, é uma tara. Nestes termos, o que difere o homossexual do punheteiro, do pedófilo, do sadomasoquista, do coprófilo, do zoófilo, etc? O objetivo de todos não é o mesmo, cada um à sua maneira?

Pergunte a si mesmo, caro leitor, despindo-se de toda emoção que brota nessas discussões: se nossa legislação afirma que ninguém pode ser tratado de forma diferenciada por qualquer característica que seja, te parece válido legislar em cima de taras sexuais? Podemos, então, criar leis especiais para viciados em punheta? Para podólatras? Por que o homossexual merece esse tratamento diferenciado?

Muitos dirão que existe uma suposta onda de violência contra gays e vejo essa afirmação com relativa frequência, mas, alô você, que concluiu a segunda série, vamos calcular um pouco? No Brasil, por ano, cerca de 50 mil pessoas são assassinadas por motivos diversos. Dessas 50 mil, umas 200 (não lembro do número preciso) são homossexuais. Dessas 200, a maioria é morta pelos parceiros ou por garotos de programa. Tendo essa informação, pense: 50 mil homicídios por ano. É justo criar leis especiais para defender 0,4% das vítimas?

Também falam do casamento de homossexuais. A instituição do casamento, na cabecinha doente dos marxistas, é uma invenção capitalista que visa a perpetuação do patrimônio privado. A real função do casamento é unir duas pessoas para a possível geração de uma família. A partir do momento em que se permite casamentos com base em taras, o que impediria um sujeito viciado em masturbação de casar com a própria mão? Parece ridículo? Bom, já aconteceu, sabia?

Um dos argumentos mais furados que vejo pra defender essas leis especiais é "o gay não tem escolha". Nunca foi provada a origem do homossexualismo e nunca se achou um "gene gay", da mesma forma que nunca se achou um gene pras demais taras citadas anteriormente. Dizer que o gay não tem escolha é o mesmo que dizer que o zoófilo ou o pedófilo não têm escolha e que, portanto, sua conduta deve ser aceita e estimulada.

Então, concluindo, não tenho nada contra as práticas privadas de cada um, faça o que quiser, não é problema meu. Mas não tente calar a minha boca ou a de mais ninguém por discordar e não tente usar o Estado pra fazê-lo. É engraçado isso... Nós, conservadores, temos fama de intolerantes, mas a censura que vejo é justamente no caminho oposto. O imoral, o absurdo, o burlesco, o anormal, tudo é válido, tudo é "liberdade de expressão", ao passo que a lógica, o tradicional, aquilo que construiu toda a civilização é visto como intolerância, motivo de processo e cadeia.

Tempos loucos...

3 comentários:

Charles disse...

Como ouvi esses tempos: "Antigamente, dar o cu era feio e fumar, bonito! Hoje em dia é bonito dar o cu! E nem pense em acender um cigarro (seu assassino de pulmões, detruidor da camada de ozônio)!"

Thaizi Aguilar disse...

Um gene gay é um arco-íris microscópico?

Marcell Schröer disse...

O leitor com nome de personagem de novela mexicana teve seu comentário excluído pela falta de respeito. Mas é de se esperar de esquerdista, já que acreditam no oposto do bem e da ordem.