Todo presidente norte-americano precisa provar que é nativo, nascido de pais também nativos. Ao ser questionado quanto a isso, a caterva de Obama colocou uma cópia de sua certidão de nascimento no site da Casa Branca. Nos noticiários brasileiros, a história morreu aí. Nos EUA, continua até hoje. Provou-se de todas as formas possíveis que o tal documento era falso. Assim como o documento que atesta o alistamento militar de Obama, assinado na década de 80 num documento impresso em 2008.
Seu Barack também gastou um belo dinheiro (mais de um milhão de dólares) para impedir pesquisas ao seu passado. Ninguém tem acesso ao seu histórico escolar e acadêmico, todos os pedidos ao estado do Hawaii (onde ele afirma ter nascido) de apresentação da certidão de nascimento do referido são negadas.
Sua carreira acadêmica foi inteiramente bancada por um príncipe saudita. O sujeito que fez a comunicação entre eles era ninguém menos que o já falecido Percy Sutton, que fora advogado de Malcolm X, que era muçulmano.
Obama esteve no Paquistão em 1981. Não tenho a confirmação da informação, mas parece que era proibida a entrada de americanos no país naquela época, o que coloca em dúvida sua nacionalidade. Não se sabe o que ele foi fazer lá. Mais informações sobre esse caso
aqui.
Existe toda uma confusão no que diz respeito aos pais de Obama. Não se sabe ao certo quem são.
Donald Trump ofereceu 5 milhões de dólares para entidades de caridade à escolha de Obama. Tudo que ele precisa fazer é mostrar os registros do seu passaporte e certidão de nascimento.
Nas últimas eleições, houve cidades onde o número de votantes superou o da população com idade para votar, chegando a 104% e 109% o número de eleitores registrados. Nalguns estados, pessoas reclamaram que ao selecionar Romney nas urnas eletrônicas, o "x" aparecia em Obama. Os militares que estavam fora do país (em sua grande maioria, republicanos) não receberam a tempo os equipamentos para votar.
Na virada do ano passado, enquanto todo mundo enchia a cara, Obama aprovou uma medida que lhe dava o direito de mandar prender quem quer que seja em território americano, sem acusação formal, sem provas de nada, por tempo indeterminado, sem direito à defesa ou habeas corpus.
No início de 2010, assinou uma ordem executiva que autoriza os agentes da Interpol a atuar no território americano com poderes iguais aos da polícia. Ou seja, podem prender um cidadão, levá-lo pra fora do país e não dar explicações a ninguém (mais ou menos como Hugo Chávez fez na Venezuela, dando essa autoridade aos agentes da polícia cubana). Outra bela facada na soberania nacional.
Obama é a maior fraude da História das eleições.