Acho que o texto é mais um desabafo emotivo do que algo realmente bem estruturado com críticas e apontamentos. Eu já li alguns livros dele e acho tudo que ele diz muito bonito, mas não acho que seu método, sozinho, realmente é uma maravilha. Nenhum método de ensino é bom por si mesmo. Os melhores professores acabam puxando e utilizando, mesmo que inconscientemente, características de diversos métodos e tendências pedagógicas.
Algumas das críticas no site me parecem realmente palavras de quem se decepcionou por algum motivo. Atiradas daquela maneira, pra mim, não passam de uma forma do autor do texto apenas dizer o quanto ele não curte o Paulo Freire.
Eu acho sua obra muito bacana, e sinceramente, trouxe muita coisa positiva para ser discutida na educação brasileira. No entanto, como nunca foi de fato instituída no país por causa da ditadura, fica fácil criticar dizendo que não funcionou. Uma coisa que nunca foi testada em larga escala não tem como ser criticada ou ovacionada. Acho que vale a pena ler sim pelo menos as principais obras dele, e dali, tirar o que for o mais importante.
Assim como todas as obras pedagógicas, e basicamente tudo que relacionado à educação no Brasil, não dá para ser seguido fielmente. No final das contas, o professor é quem está na linha de fogo. Num país onde, historicamente, a educação é uma merda, como mudar? Fácil dizer que as universidades brasileiras eram lindas há décadas, a educação pública era de qualidade. O mundo mudou, o povo aumentou, e vão continuar atendendo apenas a quem é milionário para pagar um curso de medicina ou engenharia? Isso não é culpa do Paulo Freire, dos professores, ou dos alunos. Isso é tudo culpa de uma histeria coletiva histórica brasileira, de impedir o crescimento do grupo em prol do auto-benefício. Enquanto o ensino e segurança forem caixa 2 no Brasil, essa merda não vai mudar NUNCA.
Pra mim, a pessoa que escreveu o texto é inteligente, só não escolheu bem o alvo da indignação dele. Culpar o Paulo Freire pelo péssimo ensino, ou pelo aumento exponencial de analfabetismo funcional, é uma das maiores burrices que já li. Coisa de adolescente revoltado, ou alguém que nunca saiu na rua ou viveu a realidade da vida e do ensino no país. Pior são os comentários dignos de adolescentes revoltados no texto. Puta que pariu, tem gente que até agradece ao site por enxergar a verdade. Que verdade é essa?
Ignore os comentários, o que importa é o artigo em si. Lembre-se que o texto traz declarações de quem TRABALHAVA com Paulo Freire e, mais do que nós, têm propriedade pra criticar seu trabalho.
Paulo Freire falava coisas bonitinhas e tudo mais, mas é o cara que tentava dar viés marxista até a Adão e Eva.
A educação no Brasil ficou uma merda não por causa do aumento populacional, mas desde que a esquerda assumiu o controle, iniciando sua doutrinação. Sem falar do hábito patético de todo marxista de prometer tudo pra todos, gerando essa educação e essa saúde pública maravilhosas que temos.
2 comentários:
Acho que o texto é mais um desabafo emotivo do que algo realmente bem estruturado com críticas e apontamentos. Eu já li alguns livros dele e acho tudo que ele diz muito bonito, mas não acho que seu método, sozinho, realmente é uma maravilha. Nenhum método de ensino é bom por si mesmo. Os melhores professores acabam puxando e utilizando, mesmo que inconscientemente, características de diversos métodos e tendências pedagógicas.
Algumas das críticas no site me parecem realmente palavras de quem se decepcionou por algum motivo. Atiradas daquela maneira, pra mim, não passam de uma forma do autor do texto apenas dizer o quanto ele não curte o Paulo Freire.
Eu acho sua obra muito bacana, e sinceramente, trouxe muita coisa positiva para ser discutida na educação brasileira. No entanto, como nunca foi de fato instituída no país por causa da ditadura, fica fácil criticar dizendo que não funcionou. Uma coisa que nunca foi testada em larga escala não tem como ser criticada ou ovacionada. Acho que vale a pena ler sim pelo menos as principais obras dele, e dali, tirar o que for o mais importante.
Assim como todas as obras pedagógicas, e basicamente tudo que relacionado à educação no Brasil, não dá para ser seguido fielmente. No final das contas, o professor é quem está na linha de fogo. Num país onde, historicamente, a educação é uma merda, como mudar? Fácil dizer que as universidades brasileiras eram lindas há décadas, a educação pública era de qualidade. O mundo mudou, o povo aumentou, e vão continuar atendendo apenas a quem é milionário para pagar um curso de medicina ou engenharia? Isso não é culpa do Paulo Freire, dos professores, ou dos alunos. Isso é tudo culpa de uma histeria coletiva histórica brasileira, de impedir o crescimento do grupo em prol do auto-benefício. Enquanto o ensino e segurança forem caixa 2 no Brasil, essa merda não vai mudar NUNCA.
Pra mim, a pessoa que escreveu o texto é inteligente, só não escolheu bem o alvo da indignação dele. Culpar o Paulo Freire pelo péssimo ensino, ou pelo aumento exponencial de analfabetismo funcional, é uma das maiores burrices que já li. Coisa de adolescente revoltado, ou alguém que nunca saiu na rua ou viveu a realidade da vida e do ensino no país. Pior são os comentários dignos de adolescentes revoltados no texto. Puta que pariu, tem gente que até agradece ao site por enxergar a verdade. Que verdade é essa?
Ignore os comentários, o que importa é o artigo em si.
Lembre-se que o texto traz declarações de quem TRABALHAVA com Paulo Freire e, mais do que nós, têm propriedade pra criticar seu trabalho.
Paulo Freire falava coisas bonitinhas e tudo mais, mas é o cara que tentava dar viés marxista até a Adão e Eva.
A educação no Brasil ficou uma merda não por causa do aumento populacional, mas desde que a esquerda assumiu o controle, iniciando sua doutrinação. Sem falar do hábito patético de todo marxista de prometer tudo pra todos, gerando essa educação e essa saúde pública maravilhosas que temos.
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