sábado, 25 de janeiro de 2014

Como pensar do avesso

Lembram daquele livro genial devidamente aprovado pelo MEC que consistia em ensinar variações "populares" da língua portuguesa nas escolas? Através dele seria correto dizer "nóis faz", "a gente vamos", etc.
Não lembro do nome do autor dessa aberração, mas lembro que a justificativa era a "inclusão social", fazer o aluno se sentir à vontade sem usar a norma culta, que era elitismo querer ensinar a mesma língua a todos.

Esse tipo de projeto nos ensina como pensar ao contrário, do avesso mesmo. Me expliquem como pode ser inclusivo ensinar uma parcela da população uma variação PORCA da nossa tão bela língua, tornando inacessíveis autores como Dostoievski, Homero, Shakespeare e tantos outros.

É a mesma lógica suja e muito filha da puta que utilizam para defender cotas raciais (num país onde a maioria é negra/parda).

Há muito tempo que a única função do MEC é idiotizar os alunos, completando o serviço já feito pela mídia em geral

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